28 de ago de 2013

Pequenina



Nunca vi algo tão pequeno e belo

Amostra de amor sincero

Sorriso encantador e modesto

Simples nos seus gestos.



Conseguiu tocar lá no fundo do coração

Mexeu com as emoções

E tirou minha concentração.



Perfume suave, bom de sentir

Pele macia e sensível

Jeito alegre, fácil de sorrir

Negar a paixão seria impossível.



Como essa pequenina flor demorou tanto para ser descoberta?

Não sei explicar, apenas sei que tem que se valorizar.

Amar, amar e amar!


Autor: José Agenor Sapata

2 comentários:

  1. Quanta delicadeza em seu poema :)

    ResponderExcluir
  2. Belas palavras, José.
    Lembrou-me uma música da Maria Gadú.
    Abraço!

    ResponderExcluir